sexta-feira, 17 de julho de 2015

Episódio 38-Sensibilidade de Viver:Interlúdio ETP



Ela se enxaguou de novo, se enxugou outra vez, e foi atender o telefone. Quando já ia tirar ele do gancho, ele parou de tocar !
Aí Lune surtou e ficou vermelha de raiva.
-Droga !Droga ! Drogaaaaaa !
E jogou o aparelho fixo com toda a força no chão.
Depois o pegou, e o jogou mais uma , duas , três vezes no chão, depois o arrancou da tomada e o jogou pela janela.
Voltou ao chuveiro tiritando de frio,e assim que se molhou, foi a vez da campainha tocar!
Agora fora demais para ela! Ela se sentou no chão do box e começou a chorar de raiva e cravou as unhas no sabonete até algumas delas se quebrarem.
Mas a campainha continuava, e ela por fim resolveu se enxugar, colocou um shorts e uma camiseta de qualquer jeito, nem se lembrou de colocar lingerie, e desceu as escadas, foi para a cozinha e pegou uma faca de descamar peixes. Só então abriu a porta da sala, babando de fúria.
Quando a porta se abriu, ela deu de cara com Takeo no portão, com Sartre nos braços.
Ao vê-la deste jeito , ele se assustou:
-Amor, o que é isto?
-Foi você que não me deixou tomar banho em paz, seu infeliz?
-Ah, desculpe, meu doce, eu não tinha como saber que você estava no banho!Eu te liguei no celular, ninguém atendia, depois atendeu e ouvi uns barulhos esquisitos, não entendi nada, depois te liguei no fixo, mas ninguém atendia também, fiquei preocupado !Aí resolvi vir ver o que estava acontecendo, e encontrei o Sartre com seu celular na boca. Por falar nisto, aqui está ele!
Lune arrancou o celular da mão de Takeo com violência e o jogou no chão, e o aparelho espatifou-se.
Sartre se assustou com o barulho e saiu correndo.
-Calma, querida, calma...então foi você que jogou o telefone pela janela e por pouco não acertou minha cabeça !
Disse Takeo , em um risinho.
-Eu devia era ter acertado ! Só podia ser você par me dar este gato estúpido !
-Xiii...você deve estar na TPM...
-Só se for Tentando Partir sua Mandibula !
Gritou Lune, brandindo a faca na mão.
-Ei, ei, minha lindinha, olha, tenho chocolates aqui comigo!
Takeo tirou vários chocolates do bolso, os desembalou e os jogou na direção dela, que os alcançou ainda no ar.
Só aí ela se acalmou:
-Entra logo de uma vez e não enche !
Ela abriu o portão para ele, e eles entraram na casa dela.
Ao entrar, Lune se jogou no sofá, ainda meio mal humorada.
-Ahaaam, querida, dá para ver que você está sem calcinha...
Lune corou imediatamente, de vergonha e fechou as pernas, já que o shorts era curto e bem folgado. Não por Takeo ter visto, já que ela estava mais do que acostumado a ver a ela nua, mas por ter saído para o jardim só de shorts sem nada por baixo.
-Você repara em cada coisa ! Eu vou me trocar!
Lune subiu as escadas e foi ao seu quarto enquanto Takeo se sentava no sofá, e assistia televisão com os pés na mesinha de centro.
Dali a pouco ela voltava, já com a lingerie completa, calça jeans e camiseta, além de tênis.
-Mas é folgado mesmo, heim? Está pensando que a casa é sua?
-Ah, desculpe , amor, é que eu achei que já era da casa!
-Não custa nada respeitar a casa dos outros, custa? É você quem vai limpar esta mesinha? Nós ainda não estamos casados, e você só será “da casa” quando estivermos casados e tivermos a nossa própria casa. Então tira logo estes benditos pés da mesa, por favor !
-Desculpe, Lune-san...
-Ok, ok, desculpo, que chato !
-Obrigado ! Olha, eu acho que o Sartre na verdade está precisando de uma companheira...
-Ficou louco, amor? Mais um gato?J á não basta um?
E por falar em Sartre, ele entrou na sala de fininho, ressabiado. Se sentou numa poltrona.
-É que assim ele pode melhorar o comportamento dele com você e ficará ocupado mais tempo. Olha, minha vizinha tem uma gata siamesa que teve filhotinhos,e a gente pode...
-Takeo-kun, veja, minha mãe acabou de brigar feio comigo ontem, e ainda está brava comigo, se chego aqui com um segundo gato, a situação pode piorar...
-Bom, depois a gente pensa nisto então. Queria convidá-la a ir comigo no shopping , para que eu compre um novo celular para você.
-Tudo bem, ficar aqui em casa está me estressando mesmo. Vou trancar a casa e vamos. Mas deixe seu carro chique na garagem e vamos no meu, pois prefiro eu dirigir !
-Tudo bem, querida, será feita a sua vontade !

Pouco depois, Lune tirava seu carro alugado da garagem, e Takeo guardava sua  Mercedes no lugar.
Saíram então, com Lune dirigindo e foram ao shopping mais próximo.Já lá dentro:
-Procuremos ser rápidos aqui, você sabe, não gosto de shoppings!Vamos comprar o bendito celular e vamos embora!
-Ah, mas podemos pelo menos almoçar aqui antes de ir, afinal, já é quase hora do almoço e eu estou com fome, Lune-san !
-E quando você não está? Se não é fome de comida, é fome de sexo !Haja a paciência que não tenho, viu?
Takeo se sentiu um pouco magoado e rejeitado com a resposta dura de Lune, mas deixou passar:
-Você tem razão, querida, desculpe...
-Você pede desculpas demais, sabia?
Takeo parou seu caminhar, ficou de frente para sua noiva e acariciou seu rosto com delicadeza, lançando-lhe um olhar meigo e doce, dizendo com voz rouca:
-É por que te amo, bobinha!
Agora o mau humor de Lune se dissipou e ela se derreteu toda, e o beijo logo ocorreu: um selinho algo demorado e carinhoso enquanto ela afagava os cabelos dele e ele os dela.
Depois, prosseguiram no passeio até uma loja de celulares.

(Por continuar)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Episódio 37 Sensibilidade de Viver:Interlúdio ETP



Quando Lune acordou, seus pais já tinham ido trabalhar. Dava para ver a raiva da mãe dela na mesa vazia, pois ela e o marido tomaram o café da manhã e depois Momiji tirou a mesa correndo, como se Lune e Ruri nem existissem, e  foi embora.
Ruri, por outro lado, se sentia tão insegura que foi para a escola sem tomar café da manhã e saiu antes mesmo dos pais.
Lune ,ainda de camisola e calcinha, desceu as escadas e foi para a cozinha, e começou a preparar seu próprio café da manhã e por a mesa para ela. Como o silêncio estava esmagador, resolveu ligar o som da sala e escutar algumas músicas. Mas o que lhe chamou a atenção foi um miado bem familiar.
-Sartre-san, que bom que ao menos você veio me fazer companhia !
O felino se aproximou dela e se enroscou todo nas pernas dela, que se abaixou e o pegou, para depois se sentar numa cadeira, o colocar no colo e o ficar acariciando.
-Eu tive uma noite horrível, Sartre-san, mas eu por outro lado estava morrendo de saudades de você, sabia?
-Miiiio !
Foi a resposta que ouviu.
-Já sei, já sei, você está com fome ! Eu vou te dar uma tigela de ração !
O gato não demorou a comer, e ela logo lavou as mãos e continuou a preparar seu café da manhã, e depois comeu.
Sartre, o gato, voltou ao colo dela, enquanto ela comia e pegava a comida nos palitinhos com uma mão e o agradava com a outra.
Ela terminou e antes que os músculos de suas coxas se contraíssem para ela se levantar, o gato já deu um salto e foi ao chão e olhou para ela.
Ela subiu as escadas e Sartre a acompanhou e chegou até a porta do quarto dela.
-Ah, está querendo me ver pelada, não é, seu danadinho? Só podia ser macho mesmo !Mas pelo menos é um macho fofo! Fique aí que eu vou tomar um banho e me trocar!
-Meeeeeeew !
Protestou o felino assim que a porta se fechou.
-Está bem, está bem, seu voyeur taradinho !Entra, vai!
Sartre entrou rapidamente e saltou para se deitar na cama dela.
Lune fechou a porta, e começou a tirar as roupas.
-Já que você é um taradinho mesmo, tome aqui minha calcinha !Que tal o cheirinho?
Lune jogou sua calcinha suja na cabeça do gato, que protestou:
-Meeew!
E com as patas dianteiras se desvencilhou da lingerie  e a jogo para um lado.
-É ,estava mesmo na hora de eu tomar um banho !Até você ficou com nojo da minha calcinha, gato fresco! E aí, que tal, gostou de me ver peladinha?
Disse Lune balançando os seios para o gato, com o torso inclinado, em pé, em frente ‘a cama.
-Miiiw!
-Vou aceitar isto como um sim! Obrigada !
E Lune foi para o banho.
Bem na hora em que estava toda ensaboada, seu celular, que estava em cima da cômoda do quarto começou a tocar.
-Ah, não, ninguém merece ! Bem agora? Justo agora, mas que droga !Aposto como é o Takeo !
Ela pensou alto.
E o celular tocando!
-Bem que você podia atender para mim, viu, Sartre? Mas você resolveu ser um gato existencialista !
Lune se enxaguou , deu uma passada rápida de toalha pelo corpo, foi atender, mas no justo momento que foi atender, o telefone parou de tocar.
-Ai, que raiva !Tanta pressa, tanto trabalho, para depois desligar !Que ódio!Custava tanto assim esperar mais um pouco, custava, Sartre?
O gato a ignorou por completo .
-Ah, agora não quer falar comigo, nem olha para mim, não está nem aí comigo,não é?Olha para mim, seu gato existencialista fresco de uma figa !Olha para mim !
Sartre continuou ignorando Lune olimpicamente.
-Olha para mim, desalmado !Pombas, eu estou pelada, não era isto que você queria ver?Aqui, olha, meus peitos, meu sexo, meu traseiro, tudo !E você nem aí ! Está me chamando de feia por acaso?
Sartre fez de conta que ela nem existia, mesmo com ela balançando os seios e rebolando para ele.
Lune jogou a toalha molhada no chão ,estressada!
-Escuta aqui, gato idiota, agora eu enfezei ! Vou te colocar na banheira comigo, você vai ver !
-Miiieeeeewr !
Sartre deu um pulo para o lado ao ver que sua dona tentava pegá-lo.
Mas Lune continuou tentando e o resultado foi ela ficar correndo pelada dano voltas pelo quarto e ele fugindo dela, até que ela cansou.
-Droga, você é muito ágil !Custa tanto assim ficar parado para eu te pegar?
Só então Lune percebeu que não estava completamente seca, e começou a tremer de frio. Foi para o chuveiro, depois para a banheira e se ensaboou novamente.
E eis que o celular estava tocando de novo !
-Ai, não, de novo não, justo agora !Que raiva !Eu mato o desalmado que está me ligando !Não tem nada mais o que fazer, estúpido?
Toca ela se enxaguar de novo e se enxugar rapidinho e quando ela foi atender...
Sartre estava com seu celular nas patas dianteiras ,e o mordia com seus dentes afiado, uma visível afronta e provocação dele para a dona e o fazia de propósito !
Só que numa destas, sem querer, a tecla de atender foi acionada:
-Alô, amor?Aqui é o Takeo !
-Miiiiiiu !
-Ahn, não entendi...
-Me dá este celular, gato estúpido !
-Como, Lune-san, não entendi! Você está brava comigo?
-Meeeeeeew !
O gato se arrepiou e colocou suas garras para fora, ameaçando atacar se Lune tentasse tirar o celular dele.
-Mieeeeeeeew!Rrrrrr!
-Larga este telefone já, Sartre-san !Me dá ele aqui !Ai, gato idiota, quase me acerta uma unhada!
-Miiiiiiir !
-Lune-san?Você está aí?Que barulho é este?Você está passando mal?
Lune agora estava mais estressada do que nunca:
-Ora, cala a boca, não me atrapalha !Sartre-san, me dá aqui este telefone !
O gato, com o celular na boca, saiu correndo, e Lune atrás dele.
Ao chegar na porta da sala,ele passou pela portinhola para gatos e saiu para o jardim.
Lune abriu a porta, e procurou pelo bichano, que já estava em frente ao portão de lanças da frente da casa.
-Ah, aí está você, me devolve meu cel...lu...laaaaaaai!Eu estou pelada e está todo mundo me olhando !
Só agora ela percebeu que alguns homens que passavam pela rua a viram nuazinha em pêlo !
Lune corou de vergonha da cabeça aos pés e entrou voando em casa de novo, trancou a porta e subiu em velocidade de foguete para seu quarto.
Agora, debaixo do chuveiro de novo, colocou as mãos no rosto e chorou de vergonha e de raiva do que Sartre aprontou com ela !
-Eu mato este Takeo-kun por ter me dado este maldito gato de presente !Que raiva !
Ela disse para si mesma em voz alta.
Ela se ensaboou pela terceira vez e agora foi a vez do telefone fixo tocar.
-Ah, nãaaaaaaaaaaao ! De novo nãaaaaaaao ! Será possível que não consigo tomar meu bendito banho em paz?Pombas, custa tanto assim me deixar tomar este porcaria deste banho !Aí, ó, assim não dá, pombas !Assim não dá !

(Por continuar)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Episódio 89- Depois dquela fria manhã de Outono



Ela acompanhou o irmão, que tomava fortes antibióticos na veia por causa do risco de septicemia, já que o intestino fora perfurado.
Mas felizmente foi um ferimento pequeno, pois tinha cortado mais gordura e músculo e atingido um vaso externo do intestino, mas o tecido interno do intestino não se abriu.
Mas a perda de sangue foi grande e ele precisou de uma transfusão.
Uma operação foi feita para retirar um caco de cerâmica que ficara preso entre os músculos da barriga, e ele estava sob fortes sedativos.
Enquanto isto, Maki estava fragilizada e traumatizada. Tinha sido traída pelo próprio pai e sabia que dependia dele, que ela era menor de idade e não poderia viver sem ele. Agora se arrependia de tê-lo esfaqueado com o caco de cerâmica e temia que ele morresse. Um grande dilema angustiava sua mente: por um lado, as chibatas de fogo do ciúmes, lacerando sua Razão,por outro, a mágoa de ter sido traída e enganada, que fazia chagas que queimavam sua consciência, e por um terceiro, o arrependimento, a culpa, a insegurança ,a dúvida atroz se ele iria morrer ou sobreviver e o que seria da vida dela sem ele.
Não queria ir para um orfanato de maneira alguma, sua experiência anterior fora terrível e ela não queria passar por este inferno de novo.
Tudo o que havia conquistado: uma nova família, estável, rica ,um ambiente confortável, uma vida feliz, filhas, um marido, tudo parecia estar perdido, e ela se perguntava como as coisas puderam ir ao fundo do poço daquela maneira. De certa forma, ela crescia como ser humano e se desenvolvia, amadurecia, e sua infantilidade, ingenuidade e inocência de outrora estavam se esvaindo por entre suas lágrimas.
Qual larva que se encerra em um casulo, vira ninfa e depois emerge do casulo como borboleta, assim, em apenas uma noite, Maki estava se transformando, ao mesmo passo em que tentava lidar com a realidade.
De certa forma ela sabia que esta transformação seria inevitável, e que no dia seguinte ela seria outra pessoa.
A influência negativa, de arrogância e insensibilidade , que Myumi exercera nela, agora também parecia parte do passado, pois Maki finalmente caiu em si que cometera muitos erros: abrira mão de Hideo, que ela amava, desposou informalmente o próprio pai e tivera sexo com ele,e como resultado fora traída e sua irmã Natsume, que ela gostava tanto , tinha saído de casa.
No dia seguinte, não foi para a escola e sim ao hospital ver Tetsuo, que finalmente estava livre dos anestésicos pesados e consciente.
-Pai !
Tetsuo ainda estava inseguro, traumatizado, ressabiado e tremia de medo ao vê-la.
-Maki-chan?
-Kuome-san, pode nos dar licença, por favor?Preciso ter uma conversa a sós com ele.
-Claro, claro, Maki-chan!
Assim que a irmã dele saiu, Maki pegou na mão do pai com as duas mãos e beijou a mão dele com carinho.
-Papai, por favor me perdoe...eu...eu te machuquei e...eu estou arrependida, eu fiz um monte de bobagens, fui infantil, e te fiz mal! Eu agora sei que nunca poderíamos ter vivido como se fôssemos um casal...ai, que vergonha !Só de pensar no que fizemos juntos e que o senhor já me viu pelada e já esteve dentro de mim...ai que vergonha !Me desculpe, me perdoe por tudo, eu quero voltar a ser a sua filha,sua filhinha outra vez, vamos esquecer tudo, e podemos ser filha e pai daqui por diante, para sempre, por favor, eu quero muito !
Maki acariciava os cabelos dele e entremeava sua fala e seu choro baixinho com beijos na testa dele.
-Maki-chan...poxa...eu estou emocionado, comovido, eu...eu também estou muito arrependido e quero que você me perdoe também, por favor...eu te fiz mal e fiz mal para minha própria irmã, cometi um crime e mereci a punição que ela me deu...
-Punição?
-Sim, mas eu tenho vergonha de falar sobre isto, fale depois com a Kuome-nee-san que ela te explica, você não calcula quanta vergonha sinto...mas olha, fique tranquila, nada há para ser perdoado, eu sou culpado por tudo e sim, eu aceito seu trato e prometo cumpri-lo e nunca mais tocá-la sexualmente outra vez !
-Eu te digo a mesma coisa, paizinho e te prometo a mesma coisa também !Eu vou conversar com a Kuome-san agora.
E de fato, Maki saiu do quarto, convidou Kuome para tomar o café da manhã na cafeteria do hospital, e lá Kuome contou tudo o que ela e Natsume fizeram com Tetsuo, e de como ele quase foi estuprado por Bantana.
-Ai, tadinho do meu pai...e eu nem sabia de nada !Ai, eu nunca poderia ter brigado com ele daquele jeito, mas eu fiquei fora de mim de ciúmes...como eu fui infantil !Mas...Kuome-san, o do Bantana era tão grande assim?Jura?
-Juro !Bom, nem era para ter dó do meu irmão depois do que ele fez, mas ao menos eu acredito que ele nunca mais fará isto !Quem sabe ele ande na linha daqui por diante, para variar...e ei, você parece muito interessada no órgão do Bantana !Isto me soa...suspeito !
-Huuuum, é exatamente o que você está pensando !Ai, que vergonha ! Mas eu estou tendo uma idéia aqui !
-Xi, lá vem você se meter em encrencas de novo! O que você está querendo aprontar? Será que é o que eu estou pensando?
-Acertou, mas não quero ir sozinha !Vou convidar a Natsume-nee-san !
-Bom, seja o que for, estou fora, não quero saber de homens ! Mas, ei, você não está com o onii-san?
-Não, voltamos a ser filha e pai, de comum acordo.
-E o Hideo-san?
-Mais tarde irei busca-lo de volta. Mas antes, enquanto não voltamos a namorar, quero fazer esta aventura !Ai, que vergonha !
Maki então ligou para Natsume.

(Por continuar)