quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Episódio2-Mini série: As Piratas também sonham: A princesa e o Galeão Inglês sonham:


 
-Vossa Alteza, fale a verdade, não foi isto que eles disseram, não minta  para nós !
Disse Léa.
-Devolvam Vossa Alteza, senhoras, agora ! Ou seremos forçados a prendê-las !
Disseram os soldados.
-Ora, ora, vocês são dois, e nós somos  seis, então não tem como nos enfrentar! Ou não perceberam que somos piratas?
Disse June sacando sua espada. Todas as demais piratas sacaram suas espadas também.
-Isto é crime, nós teremos de enfrenta-las então !
-Capitã, ela é uma princesa, e se a raptarmos e a mantivermos nossa refém, podemos conseguir um verdadeiro tesouro em troca dela !
-Não, Vivian, ela é gente, não mercadoria, para ser vendida ou trocada. Vossa Alteza, nós estamos dispostas a te proteger e lutar por você, com a condição de que nos diga a verdadeira razão de por que você fugiu e porque estes soldados a perseguem !
Disse June olhando diretamente nos olhos dela, fulminando-a com um olhar severo.
-É que... meu pai me prometeu em casamento para o Conde  de Delunay, e ele é velho e feio ! Quando meu pai me apresentou para ele, o deixou sozinho comigo e ele tentou me beijar e me agarrar...eu consegui escapar, mas minha família não acredita em mim que o Conde é tarado e...eu não quero casar com ele! Eu quero poder escolher meu futuro amor, não quero casar forçada, e ademais, ainda sou uma criança !
Lágrimas escorriam profusas do rostinho da Princesa e seu olhar parecia o daqueles cães que ficam pedindo comida nas mesas.
June se condoeu profundamente da menina.
-Então nós vamos protege-la ! Léa, Vivian,Atacar !
As piratas obedeceram as ordens de sua capitã, e logo os soldados foram derrotados , com muita rapidez. Os dois tombaram mortos.
A multidão começou a se aglomerar e Juliette viu um homem correr em direção ao castelo que ficava no alto de um morro no centro da ilha. Certamente iria avisar o Visconde.
-Capitã, logo os nobres vão saber e muito mais soldados aparecerão ! É melhor darmos o fora agora !
-Bem dito, Imediata ! Eu, a Princesa e Rachel vamos voltar ao navio. Chame as demais, diga para pilharem o quanto puderem  de víveres e correrem de volta para o navio !
Assim fizeram, e June, de mãos dadas com a princesinha e uma maruja, correram para o navio.
-Sente-se aqui na minha cama, do meu quarto, por enquanto, enquanto dou as ordens para zarparmos . Depois teremos uma conversa séria. Ah, sim, meu nome é June, Capitã “Fire Hair” June Ashton !  Não saia daí, e não mexa em nada, e não fique perambulando pelo navio, fui clara?
-Sim, senhora, Capitã !
Logo o restante da tripulação estava de volta.
-Desamarrar corda do costado ! Levantar âncoras, enfunar velas, zarpar !
Disse June, e logo o navio começava a se afastar do cais, que estava agora apinhado de soldados atirando com armas de fogo, mas já era tarde.
-Nossa, que navio enorme aquele ali atrás de onde o nosso tinha parado!
- É um galeão inglês, militar, da Marinha Britãnica, Imediata. Isto é um mau sinal, pois agora que consideram que raptamos a princesa deles, eles podem pedir ajuda aos ingleses para nos perseguir !Então nossa pressa terá de ser maior ainda, eles devem ter muitos soldados com eles !
Enfim, o Black Marlin ganhou o alto mar e singrou as ondas em alta velocidade, a todo pano.
-Bom, agora que já estamos em mar aberto, podemos conversar. Mas antes , vou apresentar você à nossa tripulação, que é só de mulheres. Venha comigo para fora.
-Eu estou com fome !
-Depois você come, menina mimada. Eu deixei de comer um belo porco assado  na taverna por sua causa e também estou com fome e não estou reclamando !
-Menina, não, me chame de Vossa Alteza !
-Escute aqui, ô bibelô, lá na sua ilha você é Princesa, e seus limpa botas te chamam de Vossa Alteza, aqui, mandriã, quem manda sou eu e você está de favor, e vai ter de obedecer minhas ordens ! Ou eu te devolvo para o Visconde !
-Não, não, tudo menos isto, por favor Capitã, por favor eu te imploro, te suplico !
-Assim está melhor ! Venha comigo !
As duas chegaram no tombadilho, e Juliette reuniu a tripulação seguindo as ordens de sua Capitã.
Françoise parecia assustada em ver tantas piratas armadas e ferozes. Nunca tinha visto um pirata na vida, mas sempre falaram horrores deles para ela. Estava se sentindo tremendamente insegura, em sua situação humilhante!

(Por continuar)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Episódio 1 -Minisérie: As Piratas também sonham-A Princesa e o Galeão Inglês



As Piratas também sonham: A Princesa e o Galeão Inglês!

Episódio 1

Início de Junho de 1657:
Amanhecia mais um lindo dia de sol  a bordo do Black Marlin, e o navio já estava em franca atividade!
A Capitã June, sempre com sua Imediata Juliette ao seu lado, estavam no tombadilho, na popa, organizando o trabalho de suas marujas.
Bianca estava no timão, pilotando o navio, Diana na vigia, e Joanna, a cozinheira, estava sentada na amurada do costado do lado esquerdo, pescando para encontrar o peixe do almoço do dia.
Nos deques abaixo, nas galés,  Long Legs Laura, Carmen, Vivian, Rachel e Lea limpavam os canhões e suas buchas, sem falar no polimento das balas.
Já nos mastros, Constance, Suzanne, Lilian , Hellen e vinte outras, cuidavam das velas  e do cordame.
Outras tantas se ocupavam de limpar os tombadilhos e tinha piratas até penduradas em cordas do lado de fora dos costados para lavá-los.
Outras limpavam as janelas de vidro do castelo de proa, ou seja, do quarto de June.
Foi quando soou, potente, a voz de Diana:
-Terra ‘a vista !
-É costa ou ilha, Diana?
-É ilha, Capitã !
-Obrigada ! Vem, Imediata, vamos consultar os mapas para saber que ilha é esta lá no meu quarto.
O quarto de June era imenso e tomava o castelo de proa de fora a fora. Ao cento tinha uma imensa cama de madeira maciça,  de um lado um imenso armário de madeira idem, uma escrivaninha com sua cadeira, e uma larga mesa redonda com gavetas embutidas abaixo do tampo, onde ficavam os mapas.
-Pelo que estou vendo, Capitã, a única ilha que fica em nossa rota atual é a de Saint Agoustine.
-Huum, não é aquela ilha colonizada por franceses?
-Ela mesma, senhorita. Eles falam francês e não são lá muito simpáticos a piratas.
-Mas há soldados lá?
-Até onde sei, muito poucos, Capitã. Eles tem uma coorte lá, já que  a Família nobre Lelouch domina a ilha e sua população, e o Visconde de Lelouch, chefe da família, é o governante da ilha.
-Bom, a tripulação está há semanas sem ver terra, então vamos parar na ilha para descansar e adquirir novos víveres.Avise a tripulação, por favor!
-Sim, Capitã, imediatamente.
Juliette saiu do quarto e gritou:
-Preparar para aportar !
A ilha já estava próxima e começaram as manobras para aportar o navio no cais.
-Imediata, escolha meia dúzia de marujas e  as deixe tomando conta do navio. O resto pode descer. E, tripulação: não se metam em confusão e lembrem-se: é proibido trazer homens a bordo e cuidado com eles !
-Sim senhorita, Capitã! Mas não seria bom a senhorita levar uma escolta consigo, o pessoal daqui, como te disse antes, não gosta muito de piratas...
-Bem lembrado, imediata! Você virá comigo, e podem vir me escoltar: Long Legs Laura, Léa, Vivian,  Rachel !
As marujas chamadas, justamente as mais fortes e ferozes, colocaram-se em volta dela e todas desceram do navio.
Saíram do Porto e foram a uma taverna na cidade, mas, antes de chegar lá, viram uma garotinha, de uns onze anos de idade, com seu enorme e farfalhante vestido de nobre, correr pela praça em meio ‘a multidão. Dois soldados a perseguiam.
-Pare em nome de Vossa Excelência Visconde de Lelouch , Princesa Françoise ! Por favor não fuja, seu pai está preocupado com Vossa Alteza! Temos ordens de leva-la de volta ao Castelo !
Gritou um dos soldados.
A menina, esbaforida, viu as piratas na praça, e teve um forte pressentimento de que deveria se jogar nos braços delas.
E foi o que ela fez. Correu o quanto pôde, e num salto que requeriu muito esforço por conta do vestido pesado, saltou nos braços de Long Legs Laura e gritou em desespero:
-Por favor, me protejam ! Não deixem aqueles homens me pegarem !
-Quem decide isto é a Capitã! Disse Laura, encantada com a beleza e delicadeza da menina.
-Por favor, Capitã, por favor, é questão de vida ou morte !
-Por que eles querem te pegar?
Perguntou June.
-Eles são tarados ! Eles querem me estuprar !

(Por continuar)

sábado, 8 de outubro de 2016

Episódio 116- Depois daquela fria manhã de Outono



Episódio 116

Enquanto isto, o micro ônibus chegou ao esconderijo de Sena e Myumi, onde as duas receberam o bando, trazendo Maki já inteiramente nua consigo.
-Sejas benvinda, oneee-chan !
-Myumi- nee-san? Sena? Então são vocês que estão por trás disto?
-E quem mais você esperava, sua vadiazinha de quinta?Rapazes, aquela cama é toda de vocês, fiquem a vontade e façam o que quiserem com ela !
Disse Sena, divertida.
As duas vilãs sentaram-se em um sofá em frente ‘a cama e ficaram assistindo como se estivessem diante de um programa humorístico de televisão.
Eles deitaram Maki na cama com força,  e , embora ela tenha tentado manter as pernas fechadas o máximo possível, os músculos de suas pernas não foram páreo para seis braços musculosos e atléticos, e ela sentiu os ligamentos de suas pernas com a bacia se rompendo e gritou de dor ao ter as pernas forçadas.
O primeiro dos bandidos, já nu, foi para cima dela com a delicadeza de um cavalo.
-Nãaaaaaaaaaaaao ! Maki gritou por entre lágrimas.
As duas vilãs riram-se dela:
-Pode gritar a vontade, aqui ninguém vai te escutar !
Disse Myumi, em um diabólico sorriso.
Ao se sentir invadida, com violência desmensurada, Maki gritou de dor, e tentava reagir, mas braços e pernas estavam imobilizados por vários bandidos.
Quando se deu conta, sofria dupla, depois tripla penetração, e revirava os olhos de dor. O sangue escorria caudaloso de seu sexo e seu ânus, e ela sentia os ossos de sua bacia começando a querer se separar.
Só então, depois de alguns minutos, quando o maior e mais forte deles entrou dentro dela, que ela percebeu que corria perigo de vida: o esfíncter que separava a vagina do útero era martelado sem parar e forçado selvagemente, e ela sabia que, se ele adentrasse seu útero, ele poderia vir a se romper e  causar uma hemorragia interna fatal !
Súbitamente, ela sentiu um rasgar horrendo de tecidos, e uma verdadeira cachooeira de urina misturada com sangue escorreu pelas suas pernas e pela cama: sua bexiga tinha sido rompida, rasgada pelo pênis monstruoso e deixou vazar tudo o que havia dentro!
Ela chorava e gritava de dor e seus olhos se reviravam quase a ponto de entrarem para dentro das órbitas!
Ela estava no limite da dor, e estava quase desfalecendo e perdendo os sentidos.
-Myumi-san, eu estou ficando excitada, vamos transar com eles também?
-Vamos nesta, Sena-san !
As duas se desnudaram e foram para a cama, e os doze homens se revezavam entre as três.
Neste meio tempo, Akane conseguiu o registro das cãmaras de rua do trajeto do micro ônibus, e  duas dúzias de carros de polícia, mais a Mercedes de Tetsuo e Hideo, foram para lá.
Minutos depois, a cabana estava cercada pela polícia.
Só que, até chegarem lá, Sena e Myumi, já sexualmente saciadas, já tinham se vestido e fugido na bmw roubada delas.
A polícia invadiu a cabana e pegou o bando em flagrante.
-Larguem ela ! Todos de mãos para cima !Estão todos presos em nome da Lei !
Gritou Akane, apontando sua pistola automática para os bandidos.
Eles esboçaram reação, e seis deles foram mortos na hora.
Maki estava desfalecida e ensanguentada, coberta de sêmem e sangue.
A ambulância chegou, e duas médicas e duas enfermeiras a levaram de mca e a colocaram no veículo e a levaram direto ao hospital.
Traumatizados, Tetsuo e Hideo mal podiam acreditar no que viam, horrorizados...
Os bandidos sobreviventes foram presos e levados para a delegacia, depois para a prisão.
Na delegacia, Akane os pressionou até que confessaram as mandantes: Sena e Myumi !
-Desgraçadas, desalmadas, ordinárias, eu pego vocês duas pelo que vocês fizeram, eu juro que pego, droga ! Pensou consigo Akane, inconfiormada, e sentindo-se culpada de não ter chegado a tempo e ter podido poupar sua protegida de tal barbaridade.

(Por Continuar)