domingo, 17 de novembro de 2019

Episódio 60- Admirer Voyages:Peregrine !



-O que obviamente só nos deixa a opção de usarmos uma naveta  auxiliar!
-Nem precisava dizer, Rita. Bom, mas então, como faremos a aproximação da naveta auxiliar?
-Então, Capitã, eu penso que assim que estivermos mais próximas do planeta, poderemos sondá-lo com precisão e achar o ponto exato onde a Minotaurus caiu, e assim, poderemos fazer uma reentrada direta para as coordenadas da queda.
-Não será tão simples assim, Cecília. Os príons não tem apenas a capacidade de dispersar as moléculas do teletransporte, mas também de dispersar os nossos feixes de sensores.Podemos localizar o planeta, mas o que estiver abaixo da camada de íons não será visível aos sensores, e para os sensores voltarem a funcionar, teremos de ter ultrapassado a camada de íons já em plena reentrada na atmosfera. Mas daqui da nave não conseguiremos detectar nada abaixo dos príons.
-E se reentrássemos no planeta com a nossa nave, Capitã?
-Esta nave não tem capacidade de pousar em planetas, e se tornaria muito instável na atmosfera, seria inseguro, Geraldine.
-Não apenas isto, Capitã, os estudos meteorológicos indicaram, a julgar pelos reflexos acima da camada de príons, que é transparente, intensos furações com ventos de 500 km/h ou mais, na camada imediatamente inferior ‘a camada de príons, com a geração de raios elétricos com potência de terawatts. Se será perigoso para as navetas, imagine para nossa nave !
Esta é outra informação que eu não tinha, Rita.Vamos precisar então de uma pilota muito hábil!
-a Priscilla então é a escolha recomendada, Capitã !
-Tudo bem, a Priscilla irá na missão. Quem mais?
-Sugiro que vá, além dela, uma oficial de sensores, uma engenheira, uma médica, uma oficial de segurança e duas guardas, além de uma oficial de comando, Capitã.
-Tudo bem, então irei eu, a Rita, a Dra. Kátia, a Christina, a Geraldine,  a Priscilla e duas guardas.
-Capitã, com todo o respeito, sugiro que a senhora não vá. É meu dever alertá-la de que a missão é perigosa demais para arriscarmos a senhora !
-Ok, ok, Christine, a Cecília irá em meu lugar e comandarei a missão da nave. Aliás, Cecília, durante o voo da naveta auxiliar, você será a navegadora, e a comandante da missão fora da nave!
-Sim senhora, capitã !
-Muito bem. A missão será inicialmente de reconhecimento: procurar por sobreviventes lá, e caso encontrem e forem em número maior do que a naveta comporta, será organizada nova missão, desta vez de resgate. Caso não consigam se comunicar com nossa nave, suas ordens serão de voltar para cá na naveta e aqui organizaremos a missão de evacuação dos e das sobreviventes aqui na nave mesmo. Muito bem, reunião terminada, dispensadas !
Era meio dia agora e todas foram almoçar, menos Valéria, que já tinha almoçado com antecedência, então voltou para a Ponte.
-Capitã na Ponte !
Bradou Giselle, e Alessandra saiu correndo da cadeira de Valéria.
-Correu tudo bem aqui, Comandante?
-Sim, Capitã, tudo normal.
-Obrigada, Alessandra, pode voltar a seu posto e dispensar sua substituta.
-Sim, senhora.
-Capitã ! Nossos sensores acabaram de captar algo inusitado !
Disse a oficial de sensores que estava substituindo Anne Paula.
-Como inusitado?Explique !
-Uma nave killerista, capitã, um cruzador classe AdlerWaffe, a deriva, ou melhor, o que sobrou dele !
-Uma nave killerista? Aqui, em pleno espaço ksariano?Mas eles tem o próprio espaço deles...isto é inusitado mesmo!E destruída? Quem poderia ter poder para isto, se ksarianos e killeristas estão em paz há anos? E as naves xalgueanas não são páreo para as naves killeristas, isto sem falar que as naves piratas são aliadas dos killeristas...Já está em alcance visual?
-Sim, senhora !
-Na tela então, máxima magnificação !
A grande nave vermelha, de 360 metros de comprimento, portanto maior do que a Peregrine, apareceu na tela. Estava com vários rombos e amassados no casco e marcas enormes de queimado, e uma das asas estava retorcida para cima, com seu enorme disruptor destruído.
-Mas que raios...sensores, algum sinal de vida? Sobreviventes ?
-Não, Capitã, todos mortos, há inclusive corpos boiando no espaço em meio aos escombros...
-Há um rombo na parte de trás, na porção ventral, próximo aos motores de empuxo, que parece muito com o efeito de uma explosão de dentro para fora...muito estranho...

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sábado, 16 de novembro de 2019

Episódio 13- (Minissérie): Eternidade


Episodio 13 : Observação


Moro em Suburbia, e estou na sacada de meu apartamento.Aqui do alto
 não só a cidade, mas seus habitantes parecem tomar nova dimensão.
Observo a tudo, pensativo, enquanto penso em minha vida, meu passado.
Esta frio aqui fora, mas a cidade e´fria, pois falta calor humano, a cidade e´um ente próprio, desumanizada, não e´mais humana, nasceu como obra humana,
Mas transformou-se em um monstro autônomo, escravizando a si mesma, cidadãos que a compõem.
Daqui de cima tudo é gigantesco, desproporcional, o céu sem estrelas adquire uma amplidão que não se vê no campo, amplidão que se traduz em pressão sobre as pessoas  infinitesimalmente minúsculas perto da megalomania metropolitana.A cidade  e´a expressão  clara da Ambição e dos Vícios Humanos, potenciados ‘a  proporções desumanas, monstruosas.
A monumentalidade desta visão da´ também ao meu passado, e a minha vida, uma outra dimensão.
Penso em tudo o que se transformou em minha vida recentemente, e na busca que há anos empreendo por alguém bela de coração e alma, sensível, capaz de amar de verdade, na mesma proporção que eu sei que sou capaz, e penso no meu passado antes de me mudar do interior para a grande Suburbia,onde encontrei a realização profissional e a felicidade material que sempre quis, mas isto passa a não significar quase nada diante da falta da realização afetiva.
Todos me dizem sempre:
-Adrhuu, não procure mais, quando menos você esperar, a pessoa certa ira te encontrar!
Mas estas  pessoas se esquecem de que elas são casadas ou tem alguém para namorar, esquecem que elas tem alguém que as receba quando chegam cansadas do trabalho com um beijo e um abraço carinhoso, e eu não...
Então fica fácil procurar consolar e dar esperanças,mas não é isto que vai trazer até a mim a pessoa que procuro.
Olho pela janela e os prédios ‘a volta do meu, e eles bloqueiam boa parte do horizonte,assim como a falta de perspectiva que vejo em meu horizonte conturbado.O céu carregado reflete o estado permanente de tristeza e desanimo que tem sido meus companheiros nos últimos meses, antes mesmo de eu chegar aqui, mas que aqui se intensificou.
A neblina fina que acompanha a chuva e reveste a poluição que torna o céu assim tão pesado e´misteriosa e nebulosa como meu futuro afetivo, não consigo ver nenhum ‘a minha frente...
O vazio do frio impessoal da metrópole reflete a frieza , a falta de calor humano e de sensibilidade das pessoas que andam pelas ruas,grita para mim denunciando meu próprio vazio pessoal, não ter a quem beijar, acariciar, afagar, abraçar,o apartamento solitário como minha vida, espelha a dor de saber que nem sempre fui assim, de que já fui melhor antes, de que já tive conquistas afetivas importantes no meu passado, e me faz pensar o que esta acontecendo comigo, o que mudou e porque mudou, pois se um dia consegui vencer com meu próprio esforço minha excessiva timidez e isolamento que sempre me acompanharam a vida toda, e consegui por três vezes namorar,por que agora não? Qual a formula que usei? Como consegui isto na época?
Ou foi só uma época que passou e não ira nunca mais voltar, reservando a mim um destino de eterna solidão?
Esperanças e sonhos sempre foram coisas muito caras a mim, que sempre pratiquei muito, mas o que são eles agora?
Não há´uma base em cima da qual eu possa fundear minhas esperanças e não há´sequer com quem sonhar.
Aquela que procuro não tem rosto, não tem nome, não tem nada, é absolutamente indefinida.Nem mesmo sei se ela existe, e´apenas um sonho distante, que a cada dia se torna mais e mais distante.
Sigo observando a mim mesmo, as pessoas, a vida, a cidade, em busca das respostas, sem esperança de encontra-las, só mais um a olhar por uma das sacadas de um dos andares de um dos prédios de uma das ruas de um dos bairros da cidade...

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domingo, 10 de novembro de 2019

Episódio 21-Sensibilidade de Viver:Adendos Finais




-Quer que eu olhe numa agência de domésticas?
-Não confio !
-E se a deixarmos com seus pais?
-Eles estão muito velhos, minha mãe está doente, e não quero dar trabalho para eles...
-Mas talvez sua mãe conheça alguém de confiança...
-Aí ela vai querer tomar conta dela, não dá...
-Ih, então complicou, não sei como fazer....
Nisto, o telefone fixo tocou. Lune logo o atendeu:
-Alô, quem é?
-Sua avó, minha netinha querida !
-Vovó !Quanto tempo !Saudades da senhora !
-Como você está?
Lune contou a ela todas as novidades desde que a viu pela última vez , inclusive sobre o problema da babá.
-Seu problema está resolvido então, netinha !
-Mas, vovó, a senhora é...
-Muito velha? Não quer me dar trabalho? Oras, não diga bobagens ! Eu criei sua mãe, tomei conta de você, seus irmãos, como não poderia tomar conta de mais uma geração?
-Mas vovó, sua saúde...
-Está excelente, menina !Olha aqui, não aceito não como resposta! Amanhã mesmo estarei aí ! E quero que você vá me buscar na Estação Ferroviária !E traga a Rina-chan com você, é uma ordem !
Lune não teve como recusar. Não era bem o que ela queria, mas teria de ser assim.
-Era a Asuka-san?
-Sim, querido...ela vem para cá amanhã  para tomar conta da Rina-chan para nós...ah, quando vamos ter intimidade de novo?
-Ela é a bisavó, querida, tem este direito. E ela está aposentada, quer se sentir útil, entendo a ela. Quanto a nossa intimidade, ela terá o quarto dela, e não vai ficar querendo entrar, teremos as noites para isto...
-Se não estivermos tão cansados que nem sexo tenhamos força para fazer...mas paciência, agora se tornou inevitável, mas não sei até quando ela poderá continuar aqui conosco. Afinal, a Rina-chan não precisará de babá só enquanto for bebê. Até ela aprender a se virar sozinha em casa e poder andar sozinha na rua, vão se passar uns quatorze anos, e nem sei se a vovó vai chegar a durar tanto...
-Ao menos nos dará tempo de encontrar uma pessoa mais jovem para tomar conta dela. Aliás, achei sua estimativa um tanto conservadora para uma pessoa tão esquerdista como você...
-A ambiguidade faz parte da essência de se ser um Ser Humano, Takeo-kun...sou muito esquerdista em muitos aspectos, mas conservadora em alguns outros...mas ei, olha quem está falando?Você é tão esquerdista quanto eu !
-É, é verdade, agora você me pegou querida...mas não me lembro desta frase em nenhum filósofo que conheço...
-Claro que não, é frase minha,  direitos autorais exclusivos e garantidos !
Disse Lune, divertida, com um sorrisinho após falar.
-Ah, você é mesmo encantadora, mais ainda quando sorri com estes lábios tentadores e sedutores, com toda esta graça, minha querida...
-Ahn...Takeo...
O casal se abraçou e se envolveu em um longo e carinhoso beijo na boca.
Logo após:
-Já para a cama, meu marido !Vamos aproveitar que as duas estão ocupadas e a nossa filha está dormindo !
-Seu desejo... é uma ordem, senhorita esposa !
E os dois subiram correndo e entraram no quarto do casal.
Lune imediatamente se desnudou completamente, com Takeo fazendo a mesma coisa em seguida, e depois o casal se abraçou forte, se beijaram de novo, e logo estavam deitados na cama, transando.
Fazia muito tempo que estavam sem sexo, e desta vez, Lune estava tão necessitada e com tanta vontade de sexo quanto Takeo.
Infelizmente, porém, não iria durar muito. Apenas quarenta e cinco minutos depois, escutaram o choro de Rina e Lune colocou um roupão, ainda com cheiro forte de sexo e pingando fluidos sexuais masculinos e femininos e deixando um rastro malcheiroso deles atrás de si, e foi correndo ir ver o que estava acontecendo com a filha.
Era fome, e Lune lavou as mãos na pia do banheiro do quarto de Rina e a levou nos braços para a cozinha, onde a colocou na cadeirinha e preparou uma mamadeira e abriu um potinho de papinha.
E estava torcendo absurdamente para nem Ruri nem Rena aparecerem e a virem assim.
Takeo aproveitou para tomar um banho rápido, se trocou e olhou no corredor. As portas dos quartos de Ruri e Rena continuavam fechadas.
Ele sabia que , se ele fosse na cozinha, já que nem a esposa nem a filha estavam mais no quarto de Rina, Lune levaria susto, então resolveu ficar no quarto dos computadores, de porta aberta, para, caso as duas saíssem dos quartos, distraí-las e dar tempo de Lune retornar ao quarto dela.

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Episódio 59- Admirer Voyages:Peregrine !



-Mas se a atmosfera é de cloro e corrosiva, por que não destrói o gelo da superfície?
-Então, Capitã, é que a composição do gelo do solo não é de água pura e sim um composto complexo de diversos elementos químicos que protegem o gelo da corrosão.No entanto, o contato da pele com este gelo é tóxico ao organismo humano e muito perigoso.É como ficar exposto a uma chuva ácida de poluição de altíssima concentração.
-Entendi, então precisaremos de trajes especiais lá e descontaminação. É, está cada vez mais difícil de acreditar que a tripulação da Minotaurus tenha sobrevivido!
-Só se tiverem permanecido o tempo todo dentro da nave, mas há que se considerar também a possibilidade de corrosão no casco, em um ambiente tão hostil ,Capitã !
-Tem razão, Rosimary! Bom, vou indo !
Valéria então saiu de lá, andou um pouco no corredor e foi para o elevador e ao chegar no deck que queria, se dirigiu ‘a sala de reuniões.
-Capitã no recinto !
Bradou Cecília.
-‘A vontade !Muito bem, acabei de falar com a Rosimary, da Biologia. Como sabem, a Minotaurus , uma nave de carga militar do tipo disco sobre as nacelles, sem corpo secundário nem , digamos, pescoço,e que não tem capacidade de pousar em planetas, caiu em um planetoide. Este, por sua vez, não é Classe M, e tem um quarto do tamanho da Lua terrestre. Composto principalmente de gelo,  tem uma atmosfera extremamente corrosiva a base de cloro e não exibe fauna. Portanto, não são boas notícias, e temos de planejar como será feito o resgate, supondo, claro, que alguém da tripulação tenha sobrevivido vivendo trancada dentro da nave. Sugestões?
-A primeira é a mais óbvia: há necessidade de trajes especiais para  a expedição que for explorar a nave. Mas há uma outra questão mais urgente e mais polêmica: a expedição deve descer até a Minotaurus por meio do teletransporte ou de navetas auxiliares?
-Questão bem colocada, Dra. Kátia. Do ponto de vista da saúde das tripulantes, qual a opção de menor risco, na sua opinião?
-Olha, Capitã, eu não sei se os hangares da Minotaurus vão estar abertos ou fechados, mas acredito que, para se resguardar da atmosfera hostil, provavelmente estarão fechados. Assim,as navetas auxiliares teriam de pousar fora da nave, embora próximas, aumentando os riscos para as tripulantes da expedição.Já por teletransporte, elas seriam inseridas diretamente dentro da nave, em um ambiente mais protegido.
-Agradeço seu parecer, Doutora. Agora,  Rita, do ponto de vista técnico, qual a opção mais segura e prática?
-Capitã, é preciso ter em mente que, sempre que se usa uma naveta auxiliar para pousar em um planeta, há riscos na reentrada, sobretudo se a atmosfera não é Classe M. Contudo, certas atmosferas também são arriscadas para o teletransporte e podem afetá-lo ou mesmo interferir com ele.Claro que tenho minha opinião técnica sobre este aspecto em particular, mas esta é a área a que respondem a Comandante Anne Paula e a Tenente Comandante Geraldine.Com certeza, as navetas auxiliares suportam com segurança uma atmosfera destas sem se corroer a ponto de arriscar a integridade estrutural e a saúde dos tripulantes por anos, como inclusive nas naves grandes, no entanto, não vejo grandes riscos  em a expedição sair das navetas e ir até a nave em seus trajes especiais, que dispõe inclusive de geradores de campo de isolamento eletroquímico para se manterem inafetados pela corrosão.O fato de não haver fauna no planetoide também minimiza os riscos.
-Entendi, Rita. Agora é a hora de uma opinião técnica da área de Sensores.
-Capitã,eu e a Geraldiine fizemos uma análise química-espectral da atmosfera do planeta, por meio de um lançamento de uma sonda de longa distãncia .A Sonda, no entanto, não tinha alcance suficiente para entrar na atmosfera e parou a uma distância do planetoide que estava no limiar do alcance de seus sensores, portanto não houve como fazer uma leitura de sensores planetária no planetóide, apenas uma leitura amostral de 10 km2 de varredura, que aliás, não foi da área onde a Minotaurus está. Os dados coletados mostram que a atmosfera do planetoide é mais complexa do que se pensava: há uma camada na estratosfera do planetoide, bem próxima do limite com o espaço, de  cadeias  de príons superconcentrados, que na prática, mantém a atmosfera coesa e isolada do espaço, e que são capazes de interferir gravemente com as moléculas do teletransporte e as disseminar por toda a atmosfera. O Cloro desta em si não interfere, mas o que está acima dele, sim. Isto torna o teletransporte arriscado perigoso, senão impossível, de utilizar neste planeta.
Geraldine fez que sim com a cabeça, concordando com a fala de sua colega e oficial superior.
-Muito bem exposto, Anne Paula, esta era uma informação de que até agora não dispúnhamos até agora e que nos foi muito útil para esta missão. Rita, o parecer técnico da Aneen Paula, você também o confirma?
-Sim, Capitã. Meu parecer antes era exatamente o de que o cloro não interferiria, mas eu ainda não dispunha da informação sobres os príons. De fato, o efeito dissociativo e negativo para a saúde humana dos príons durante o processo de teletransporte é fenômeno bem conhecido, e apoio e concordo com o parecer dela !
-Muito bem, então o teletransporte está definitivamente descartado!

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